quinta-feira, 17 de junho de 2010

Por Favor, Deixem O Morumbi Em Paz!

Conforme eu havia escrito na postagem anterior, só voltaria a escrever neste blog a partir do momento em que o São Paulo voltasse a disputar uma partida, mais precisamente no dia 14 de Julho, quando enfrentaremos o Avaí no Morumbi, no recomeço do Campeonato Brasileiro. Contudo com a confirmação de que a utilização do estádio do Morumbi para a Copa de 2014, está oficialmente fora dos planos da CBF e da FIFA, abro uma exceção, e volto a publicar um texto neste blog antes da data prevista, para tratar de um assunto já debatido neste espaço algumas vezes, um assunto por demais nojento e que está longe do fim e de uma definição mais concreta, mas que para mim se encerra agora com a republicação de uma postagem feita a mais de um ano atrás, no dia 04 de Junho de 2009, onde deixo bem claro tudo que pensava (e ainda penso) sobre a maldita Copa do Mundo de 2014, e a questão do Morumbi.

Abaixo o link e o texto original na integra, e o link de mais dois textos que também tratam desse assunto.

A Copa Do Mundo E O Morumbi (04/06/2009)
Tudo Errado (01/04/2010)
Imundice Política (14/04/2010)

A Copa Do Mundo E O Morumbi

Por não ser um sujeito alienado, ter um grau de esclarecimento de certo modo suficiente, bem como não ter o mínimo interesse em obter qualquer tipo de vantagem ou favorecimento, sempre me posicionei de forma contrária à realização da Copa do Mundo no Brasil. Posicionamento este não compartilhado por grande parte dos mandatários do futebol e autoridades locais.
Para os mesmo a Copa do Mundo é uma oportunidade de ouro para colocar em prática um esquema que, através de métodos nada louváveis beneficiará um grupo muito grande e selecionado de pessoas em termos políticos e financeiros. E através da construção de novos estádios ( ou arenas como convencionou-se a dizer nos dias de hoje) este grupo encontra um campo propício à materialização de suas torpes ambições.
O evento máximo do futebol mundial na realidade será extremamente danoso ao bolso do contribuinte brasileiro, dado seu caráter predatório e de favorecimentos, assim como as exaltadas benesses oriundas do privilégio que é ser sede de uma Copa do Mundo, com o tempo mostrará sua verdadeira faceta; soma-se à isso o fato de o Brasil, como um país pobre que é, apresentar sérias limitações em termos de infra estrutura à realização da Copa. Por aqui tudo é muito precário e insuficiente, nossos estádios de futebol são um grande exemplo disso.
Me limitarei a falar apenas do estádio que melhor conheço, no caso, nosso querido Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi. Um estádio que assim como os demais estádios tupiniquins, é bastante obsoleto, talvez um pouco menos que outros, mas que no compto geral está recheado de falhas e problemas, com as quais sempre me deparo cada vez que vou ao banheiro e as bilheterias do Morumbi, mas que para um abnegado como muitos de nós, não torna a ida aos estádios menos prazerosa.
Reconheço sim que muitas melhorias foram feitas no Morumbi, mas com o claro objetivo de aos poucos "qualificar" o público que frequenta estádios de futebol, substituindo através de preços proibitivos os indesejados (aqueles que tem pelo futebol, por seu time de coração "apenas" uma relação de amor) pela classe média; que ve o futebol como um espetáculo, como mais uma opção de entretenimento dentre as tantas que estão à sua disposição. Sei que o time precisa incrementar receitas e tudo mais, todavia esta nova dinâmica que se estabelece aos poucos trará prejuízos irremediáveis, como disse não agora, mas em médio e longo prazo, em especial pela perda de identidade com a massa, que contrastando com o novo público, não mede esforços para acompanhar seu time de coração.
Independente de todas as melhorias que o São Paulo se proponha a fazer em seu estádio, visando à adequação do mesmo às exigências da Fifa, necessitando na verdade para que isso talvez aconteça, uma grandiosa série de reformas, não apenas dentro do estádio, mas em seu entorno também, o que demandará uma quantidade enorme de dinheiro, um investimento que sinceramente eu não sei se o São Paulo terá lastro suficiente para bancar, mesmo com o apoio de eventuais parceiros, já que estamos falando em cifras significativas, algo na casa das centenas de milhões de reais, as chances do Morumbi não sediar o jogo de abertura da Copa, quiçá de ser um estádio utilizado na Copa é muito grande, visto que a construção de um novo estádio na cidade seria mais adequado ao pleno funcionamento de toda essa rede de falcatruas.
Caso o São Paulo insista nesta louca obsessão de ter o Morumbi como palco de abertura da Copa, que ele faça isso com responsabilidade, sabendo exatamente onde ele está se metendo, dimensionando com exatidão todas as perdas, e de tudo que ele terá de abrir mão (sim, falo da montagem de times competitivos e qualificados), a partir do momento em que ele começar a pagar a dívida (e os juros) que ele contraiu para a reforma de um estádio imposta por um bando de engravatados, que não tem a mínima idéia do que é amar um time de futebol.
Quem vencerá essa disputa eu não sei, o que sei é que para mim o Morumbi será sempre o melhor estádio do mundo, o estádio em que mais me sinto a vontade, o estádio onde muitos dos meus sonhos se tornaram realidade, mesmo sem o aval da Fifa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Vitória Providencial

Campeonato Brasileiro disputado por pontos corridos não é nada fácil, por se tratar de uma competição onde o nível técnico das equipes participantes não é muito discrepante, predominando um certo equilíbrio, é fundamental para uma equipe que de fato almeja ser campeã, fazer prevalecer o fator casa, desperdiçando o menor número possível de pontos jogando em seus domínios, já que é complicado recuperar pontos em campos adversários.
Dentro do contexto acima citado, nada mais providencial do que uma vitória do São Paulo sobre o Grêmio na tarde ontem no Morumbi, pois caso tivessémos perdido ou mesmo empatado, ficaríamos em uma posição não muito cômoda na tabela de classificação, figurando mais ou menos no meio da mesma, com uma diferença de pontos significativa para os líderes do campeonato.
Embora os 3x1 do placar leve muita gente a pensar que o jogo foi tranquilo, quem pôde acompanhar a partida sabe o quanto o São Paulo teve que suar para conquistar sua vitória. Não foi nada fácil, saímos perdendo, empatamos, Rogério Ceni mais uma vez perdeu um penalti (até quando vão deixar ele continuar a bater penaltis? até ele perder mais uns quatro seguidos??), conseguimos fazer o segundo gol e reverter o placar, Rogério Ceni fechou o gol evitando o empate gremista e se  redimindo da perda do penalti, e finalmente fizemos o terceiro gol matando de vez a equipe gaúcha e decretando nossa valiosa e sofrida vitória.
Encerrada essa primeira parte do campeonato, que irá parar e voltar somente daqui a quarenta longos dias, já que existe uma Copa do Mundo a ser disputada, este espaço durante esse período entrará em recesso, uma vez que eu acredito que para este blog, nada de significativo acontecerá em termos futebolísticos até o dia quatorze de Julho, quando enfrentaremos a equipe do Avaí no Morumbi na volta do Campeonato Brasileiro.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Regredindo

Demorou meses para podermos afirmarmos com alguma segurança e convicção, que finalmente o São Paulo apresentava um futebol digno de elogios. Depois de um Campeonato Paulista onde fomos nos arrastando até a sumária eliminação na semifinal, e uma Libertadores onde a primeira fase foi superada de modo nada convincente, e as oitavas de final de maneira ainda menos convincente, eis que no confronto de quartas de final, o São Paulo resurgia, vencendo a equipe do Cruzeiro por duas vezes mediante um futebol eficiente e competitivo.
No Campeonato Brasileiro, com a equivocada decisão de nas rodadas iniciais, poupar a maioria dos jogadores titulares visando a disputa da Libertadores, o time cometeu alguns deslizes, o que de certo modo é até compreensível, visto a completa falta de entrosamento destes times mutantes que iam à campo. Mesmo assim, a situação parecia estar sob controle, pois quando o time titular era escalado, as vitórias eram conquistadas, foi assim contra Inter e porco, o que fazia o torcedor manter a confiança na equipe, porém bastaram dois jogos, um empate horroroso contra o Guarani, e uma derrota ridícula contra o Goiás na última quarta-feira, para o torcedor com razão, voltar a olhar para o São Paulo com uma certa desconfiança.
É verdade que nessas duas últimas partidas em questão, o time sofreu com a ausência de alguns jogadores titulares afastados por contusão, principalmente no setor defensivo, especificamente na zaga, todavia nada disso serve para justificar o improdutivo futebol praticado contra esses dois times de verde. O que se constata na verdade a partir deste episódio, é o mau planejamento feito pelo São Paulo, uma vez que não temos jogadores a altura para substituir os contundidos, visto que grande parte das contratações feitas no início da temporada, foram absolutamente ridículas, não à toa alguns desses atletas já terem ido embora, e outros estarem de saída do clube.
A sensação que se estabelece novamente agora, é a da desconfiança, e a de que nossa agremiação está regredindo, pois voltamos a ser uma equipe inopererante e irregular, contra o time goiano por exemplo, não conseguimos criar praticamente nenhuma jogada que de fato levasse algum perigo à meta adversária. Domingo contra o Grêmio será a última rodada antes do início da Copa, torneio este que antes era visto neste espaço como uma verdadeira maldição, agora nem tanto, não por eu ter mudado minha concepção, apenas considero que essa parada será benéfica para que o São Paulo volte a se reencontrar, já que custo a acreditar que nesses quarentas dias parados as coisas possam piorar para nosso lado.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ruim De Se Ver E Escrever

A viagem até Campinas foi tranquila; boas estradas, nenhum trânsito, pedágio por um preço não muito oneroso, e uma boa companhia. Já em Campinas; ruas tranquilas para deixar o carro, e uma boa churrascaria em frente ao portão de entrada da torcida são paulina para almoçar. Pena que junto com o último pedaço de carne que restava em meu prato, tudo aquilo que conspirava a meu favor chegou ao fim.
A partir do instante em que adentrei ao estádio do Guarani, nada mais do que presenciei e vivenciei foi digno de nota. Um jogo completamente esquecível, noventa minutos do mais puro e genuíno futebol arte abstrata, uma hora e meia de jogadas mal executadas e de pouca inspiração, o que torna a elaboração desta postagem um processo tão enfadonho quanto foi o acompanhamento da partida. E pensar que um dia, neste mesmo estádio, estes dois times protagonizaram uma das mais, senão a mais sensacional final de Campeonato Brasileiro da história...
Como eu sei que com o horroroso empate sem gols entre São Paulo e Guarani, todos já ficaram entediados e aborrecidos o suficiente, não serei eu, que através de um texto mal escrito e de pouca inspiração (pois seria nisso que este texto se transformaria, ou já se transformou, caso eu continue a insistir em falar sobre o jogo de ontem), que tornará tudo ainda pior. Não, este ônus será exclusivo do tricolor e do bugre.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Escorraçando O Porco

O ódio e o nojo que sinto pelo decadente time de verde da zona oeste de São Paulo, atinge proporções tão elevadas, que sempre que nos deparamos com essa corja imunda e alienada, uma vitória são paulina torna-se algo imprescindível, de vital importância. Vencer aquele maldito time, não se resume apenas aos três pontos que ganharemos, e aos três pontos que eles deixarão de ganhar, não, a questão vai muito além disso.
Derrotar aquela escória significa colocá-la em seu devido lugar, em uma posição de inferioridade em relação ao seu maior algoz, deixando bem claro que no momento em que eles cruzarem nosso caminho, muito provavelmente será o fim da linha para a lusinha da rua Turiassu. Assim como tem acontecido ao longo dos anos, com o São Paulo históricamente sempre levando vantagem contra a freguesia verde, vantagem esta devidamente ampliada na noite de ontem.
Contra porcos ( e também contra gambás), desde que nossa vitória seja limpa, sem a interferência da arbitragem, pouco me importa se saíremos vencedores de campo jogando bem ou mal, dando olé ou tomando sufoco, pois a ânsia de vencer é tão grande, que ignoro por completo uma análise mais fria e racional sobre os aspectos técnicos da partida, e suas implicações posteriores.
Ontem não jogamos bem, nem de longe o São Paulo parecia aquele time sólido e eficiente que atropelou Cruzeiro e Inter, garantimos nosso 1x0 a muita custa, e após uma magnífica defesa de penalti feita por Rogério Ceni, aos 43 do segundo tempo. Dane-se, fizemos o suficiente para cumprir com nossa obrigação, aquela que deverá ser posta em prática todas as vezes que encontrarmos pela frente o porqueras, principalmente no Morumbi, que é escorraçá-los de nossa casa de volta para a Barra Funda, assim como fazemos já a oito longos anos.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Encorpando

Após duas rodadas desperdiçando pontos, devido a equivocada decisão de montar o time com vários jogadores reservas e poucos titulares, o São Paulo finalmente foi escalado com todos os seus titulares, e com força máxima foi até Porto Alegre na tarde de ontem enfrentar a equipe do Internacional, por coincidência nosso próximo adversário no confronto semifinal da Libertadores, e de lá saiu com um ótimo 2x0, possibilitando assim nossa recuperação na tabela de classificação.
Conquistamos uma vitória importante, não no sentido de que ela possa vir a significar alguma coisa, para a disputa que teremos pela frente contra os gaúchos por uma vaga à final da Libertadores, pois o confronto que acontecerá após a Copa, estará envolto sob uma atmosfera completamente diferente da encontrada ontem, seja no que tange o comportamento da torcida, dos jogadores e da arbitragem. A importância que dedico à nossa primeira vitória nesse Campeonato Brasileiro, reside no fato da mesma ter sido conquistada por um São Paulo que começa a se encorpar, e adquirir formas mais claras e objetivas em seu futebol.
Um futebol baseado sobretudo em um forte e rígido sistema defensivo, tendo como elemento principal uma zaga que começa a se solidificar, e se transformar em uma barreira quase que intransponível. É basicamente o mesmo esquema de jogo que fez nosso time se tornar tri hexa campeão brasileiro, com um futebol que está longe de ser considerado bonito e encantador, mas o mais importante, um futebol competitivo e vencedor, que se mantido, proporcionará ao São Paulo boas chances de conquistar o quarto caneco da Libertadores, e o sétimo do Brasileiro.
Serão duas longas jornadas, com dificuldades e percalços pelo caminho, contudo acredito que superáveis, dado o bom futebol de um time que se encorpa. A Libertadores por enquanto fica em segundo plano, concentraremos todos os nossos esforços e toda nossa atenção às partidas que restam pelo Brasileiro antes do início da maldita Copa do Mundo, sendo que já na próxima quarta-feira, receberemos em nossa casa o decadente time de verde da capital paulista, e escorraçar de volta para Barra Funda aquela corja imunda, torna-se uma obrigação.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Impecável

Impecável, no dicionário: não sujeito a pecar, imaculável, sem defeito, irrepreensível, correto, perfeito; no Morumbi na noite de ontem: um São Paulo incansável, buscando o gol a todo momento, praticando um futebol altamente competitivo, anulando por completo o time do Cruzeiro. E foi assim, com cada um dos onze jogadores são paulinos se comportando de maneira impecável, que construímos um placar de 2x0, e garantimos nossa vaga às semifinais da Libertadores.
O que presenciei na partida de ontem, me proporcionou uma intensa alegria, não apenas pelos motivos óbvios oriundos de uma vitória de tamanha importância e autoridade, mas fundamentalmente por acreditar que nossos triunfos a partir de agora, poderão ser repetidos com uma frequência maior, uma vez que, um time titular é esboçado com mais clareza, e o mesmo começa a corresponder dentro de campo. Não determinante, mas fundamental para a manutenção deste bom futebol apresentado pelo São Paulo, será a venda, troca, ou até mesmo escambo, algo que me parece que já está em curso, de alguns tranqueiras que equivocadamente contratamos no começo do ano, e de outros que hipocritamente se sentem injustiçados e desvalorizados; preciso citar nomes?
Classificado e a espera da definição de nosso próximo adversário para o duelo por uma vaga à final, duelo este que só acontecerá após a maldita Copa do Mundo (o que possibilitará à nosso time condicionar-se melhor física e tecnicamente, mas ao mesmo tempo transformará nossa espera em um tormento angustiante), agora é a hora de colocar esse time para jogar o Campeonato Brasileiro, e começar a recuperar os preciosos pontos que perdemos nessas duas rodadas iniciais, começando domingo, contra talvez nosso próximo oponente na Libertadores.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Perdendo Pontos Preciosos

Assim como o ocorrido Domingo passado, quando no intuito de poupar alguns jogadores visando a disputa da Libertadores, o São Paulo foi a campo contra o Flamengo com um time misto, ontem frente ao Botafogo em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, novamente optou-se pela montagem de um São Paulo mesclado, com vários reservas e poucos titulares.
Três postagens anteriores a esta, quando empatamos no Maracanã em nossa estréia, já tinha dito que não conseguia aceitar e entender esse tipo de atitude, cuja eficácia ao meu ver é completamente questionável, pois se prioriza uma competição em detrimento de outra tão importante quanto a Libertadores. Ontem após nossa derrota em pleno Morumbi para o Botafogo, algo que não acontecia a quinze anos, e que nos fez deixar três preciosos pontos pelo caminho, que com certeza ao longo do campeonato farão muita falta, minha indignação em relação a este tipo de atitude aumentou ainda mais.
O fato do time reserva do São Paulo não corresponder as nossas expectativas, mesmo elas não sendo tão grandes assim, visto que um time composto por Washington no ataque, Léo Lima e Cléber Santana no meio, Renato Silva na zaga (entre outros), e tendo como comandante Ricardo Gomes, não nos permite muito otimismo de nossa parte, e torna essa decisão equivocada de poupar jogadores ainda mais incongruente, uma vez que o São Paulo se torna presa fácil para qualquer time minimamente qualificado, nos empurrando assim para as posições mais baixas da tábua de classificação.
Termino essa postagem, repetindo o parágrafo final de uma postagem feita exatamente uma semana atrás: " Salve raríssimas exceções, jogador de futebol a cada dia que passa, torna-se cada vez mais um sujeito egoísta, resmungão e ingrato, e ver que os mesmos dia após dia são tratados com extremo zelo, diversas regalias, e uma boa vontade em demasia por parte de dirigentes, técnicos, jornalistas e torcedores, caracteriza-se por ser uma postura tão equivocada quanto a dos jogadores, contribuindo apenas para legitimar aquilo que deveria ser combatido e rejeitado."