Disposto a jogar bola, se comportando como um time grande que é, o São Paulo conquistou a vitória contra a equipe do Internacional, contudo o placar foi insuficiente para fazer do nosso time, adversário do Chivas na final da Libertadores. Foi uma vitória para não se comemorar, com um gosto tão amargo que parecia que tinhamos acabado de levar uma goleada do Palmeiras ou do Corinthians, tamanha era, e ainda é minha frustração com mais uma eliminação são paulina.
Não lamento tanto pelo jogo de ontem, pois ele apenas foi a constatação de que por mais vontade e empenho que nosso time possa mostrar em algumas partidas, nossas limitações táticas e técnicas são tão latentes, que acabam por anular e tornar em vão todo esse esforço. Lamento de verdade pelo jogo de ida, lá no Rio Grande do Sul, onde nossa dignidade e nossa classificação foi perdida, a partir do momento em que abdicamos do direito de jogar futebol e fazer um gol, não tentando sair de lá com um resultado mais favorável.
Acredito que para nossa tristeza, aquele ciclo de vitórias que começou com a conquista do Campeonato Paulista de 2005, passando por títulos como o Mundial, a Libertadores, e o Campeonato Brasileiro, tenha chegado ao fim. Na verdade acho que este ciclo chegou ao fim ano passado, porém só agora é que isto se faz notar, talvez devido nossa esperança de pensar que este ano ganharíamos algum título, não ganhamos e duvido que ganharemos enquanto mudanças não forem postas em prática.
Não me refiro apenas a negociação, demissão, doação ou expulsão imediata de trolhas como Hernanes, Dagoberto, Miranda, Richarlyson, Junior César, Cléber Santana, Marcelinho Paraíba, Ricardo Gomes...; falo de algo mais profundo e substancial, que é a mudança de comportamento por parte de nossa diretoria.
Não é de hoje que nossos dirigentes agem com uma soberba irritante, usando nossas recentes conquistas como um escudo para se esquivarem dos erros e equívocos que os mesmos vem cometendo já faz um bom tempo, e que não por acaso culminou em nossa mais nova eliminação, fruto direto do pífeo planejamento adotado por Juvenal Juvêncio e sua turma.
O ideal seria que dentro do São Paulo houvesse uma oposição mais forte, articulada e organizada, contudo o que vemos é um movimento oposicionista estéril, quase que inexistente, o que facilita e muito a continuidade de um mesmo grupo no poder, e por consequência seu acomodamento. Algo que se torna ainda mais perigoso, quando parte da torcida adere as babaquices vendidas por essa diretoria, falo de conceitos e idéias furadas como soberania, 6-3-3, clube diferenciado, Morumbi na Copa, maior patrocínio do Brasil, e mais um monte de blah blah blah que não está nos levando a lugar nenhum.
Não lamento tanto pelo jogo de ontem, pois ele apenas foi a constatação de que por mais vontade e empenho que nosso time possa mostrar em algumas partidas, nossas limitações táticas e técnicas são tão latentes, que acabam por anular e tornar em vão todo esse esforço. Lamento de verdade pelo jogo de ida, lá no Rio Grande do Sul, onde nossa dignidade e nossa classificação foi perdida, a partir do momento em que abdicamos do direito de jogar futebol e fazer um gol, não tentando sair de lá com um resultado mais favorável.
Acredito que para nossa tristeza, aquele ciclo de vitórias que começou com a conquista do Campeonato Paulista de 2005, passando por títulos como o Mundial, a Libertadores, e o Campeonato Brasileiro, tenha chegado ao fim. Na verdade acho que este ciclo chegou ao fim ano passado, porém só agora é que isto se faz notar, talvez devido nossa esperança de pensar que este ano ganharíamos algum título, não ganhamos e duvido que ganharemos enquanto mudanças não forem postas em prática.
Não me refiro apenas a negociação, demissão, doação ou expulsão imediata de trolhas como Hernanes, Dagoberto, Miranda, Richarlyson, Junior César, Cléber Santana, Marcelinho Paraíba, Ricardo Gomes...; falo de algo mais profundo e substancial, que é a mudança de comportamento por parte de nossa diretoria.
Não é de hoje que nossos dirigentes agem com uma soberba irritante, usando nossas recentes conquistas como um escudo para se esquivarem dos erros e equívocos que os mesmos vem cometendo já faz um bom tempo, e que não por acaso culminou em nossa mais nova eliminação, fruto direto do pífeo planejamento adotado por Juvenal Juvêncio e sua turma.
O ideal seria que dentro do São Paulo houvesse uma oposição mais forte, articulada e organizada, contudo o que vemos é um movimento oposicionista estéril, quase que inexistente, o que facilita e muito a continuidade de um mesmo grupo no poder, e por consequência seu acomodamento. Algo que se torna ainda mais perigoso, quando parte da torcida adere as babaquices vendidas por essa diretoria, falo de conceitos e idéias furadas como soberania, 6-3-3, clube diferenciado, Morumbi na Copa, maior patrocínio do Brasil, e mais um monte de blah blah blah que não está nos levando a lugar nenhum.
