"Layden ainda ergueu a tribuna de cimento do antigo estádio de madeira- que ganhou o nome de Arquitecto Ricardo Etcheverry, seu vice e responsável pelo projeto do novo setor-, um ginásio poliesportivo para 8 mil pessoas abaixo desta platéia e todo o sistema de iluminação do complexo. Fez isso tudo, mas não soube a hora de deixar o cargo. Nas palavras do torcedor e sócio Arturo, 68 anos a explicação: Ele foi um um ser humano notável, extraordinário. Mas ficou tempo demais à frente do clube e, quando isso acontece, tudo se contamina e você se afasta da realidade."
Trecho do texto Grandeza perdida em Caballito , de Rodrigo Barneschi que fala sobre Santiago Layden, presidente do Ferro Carril Oeste que durante o período que esteve a frente do clube do bairro de Caballito adotou práticas e métodos semelhantes aos hoje utilizados por Juvenal Juvêncio no São Paulo.
Guardadas as devidas proporções, creio que o paralelo é válido e pensar a respeito é necessário, principalmente depois de tudo o que presenciamos ontem a noite no gramado do Morumbi.
Guardadas as devidas proporções, creio que o paralelo é válido e pensar a respeito é necessário, principalmente depois de tudo o que presenciamos ontem a noite no gramado do Morumbi.
