quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Acumulando erros e perdendo pontos

A vitória frente ao Cruzeiro era obrigatória. Mesmo jogando fora de casa e contra um time grande a obrigação do São Paulo era voltar para casa com os 3 pontos por duas razões bem simples: primeiro, porque nosso adversário atravessa um péssimo momento, fazendo a pior campanha do segundo turno e beirando a zona da degola; segundo, porque era necessário recuperar os pontos perdidos na rodada anterior no Morumbi, dado que somente assim seria possível uma aproximação junto aos líderes, evitando um distanciamento ainda maior após o complemento da rodada.
Esta vigésima oitava rodada que só acabará no domingo, já se mostra completamente adversa para o São Paulo. Empatar com o Cruzeiro não foi um bom resultado sob nenhum aspecto, e agora é pouco provável que ao término desta rodada nossa situação na tabela continue a mesma. A quantidade de falhas e vacilos cometidos por um time que não consegue vencer suas partidas, já extrapolou todos os limites do aceitável, e jogo após jogo vamos acumulando erros e perdendo pontos que está nos afastando da disputa pelo título.
Ontem foi a vez da defesa do São Paulo abusar dos erros e colocar tudo a perder. Depois de conseguir reverter a desvantagem no placar e ficar duas vezes na frente, falhas grosseiras de marcação possibilitaram o empate cruzeirense em duas ocasiões. O sistema defensivo são paulino se comportou em Sete Lagoas como nos piores momentos daquelas temíveis zagas de meados dos anos 90. Nosso desempenho atrás foi desastroso, todas as bolas levantadas na nossa área representavam um iminente perigo à meta defendida por Rogério Ceni.
O gol do Cruzeiro que decretou o empate de 3x3 ilustra muito bem as deficiências e o baixíssimo nível da atuação dos nossos defensores, resultando na perda de mais dois pontos de suma importância. Resta agora 10 rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, 30 pontos ainda estão em disputa, o que matematicamente deixa o título em aberto. Contudo, se dentro de campo os resultados negativos persistirem, deixaremos escapar não apenas o título, mas até uma possivel vaga na Libertadores. Lembrando que temos potencial para isto, basta olharmos para nosso treinador e alguns jogadores que o cercam.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Igual

A verdade é que não há absolutamente nada de novo ou significativo, que eu possa escrever sobre a intolerável derrota para o Flamengo ontem a tarde no Morumbi. Sério, tudo o que poderia ser escrito sobre outra patética apresentação são paulina em seu estádio diante de sua torcida já foi dito neste espaço inúmeras vezes ao longo deste ano, e nas apenas nas derrotas, mas também nos empates e até em algumas vitórias, portanto não é o caso de gastar mais tempo com todo um discurso que já foi repetido a exaustão.
Sim, pois as causas, as consequências, as circunstâncias, os personagens e o enredo dos tropeços do São Paulo são sempre iguais, assim como toda a nossa insatisfação diante da mediocridade que nos assola. Podemos em número de pontos estar bem colocado e próximo da liderança, mas em termos de futebol vejo o São Paulo cada vez mais distante da luta pelo título, apto apenas a passar vergonha e apuro em sua própria casa, e a ressucitar times que já estavam praticamente mortos.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Luis Fabiano

Ao que tudo indica, domingo contra o Flamengo em um Morumbi lotado Luis Fabiano fará sua reestreia com a camisa do São Paulo. A expectativa tanto do jogador quanto da torcida, pela chegada do jogo que marcará o retorno do nosso novo camisa 9 aos gramados é enorme. Desde a grandiosa festa de apresentação do centroavante aguardamos sua escalação no time titular, porém as notícias de seus seguidos problemas físicos que adiaram por diversas vezes sua volta, acabaram sempre nos frustrando, o que fez nossa expectativa aumentar cada vez mais.
Contratado a peso de ouro junto ao Sevilha, Luis Fabiano volta para um São Paulo que hoje possui um time com algumas semelhanças com aquele último São Paulo que ele fez parte. Me refiro ao time de 2004, que tinha um elenco desequilibrado, não empolgava a torcida e apresentava um futebol bastante inconsistente. Naquela época até que conseguíamos chegar perto de algumas conquistas, mas nos momentos mais agudos e decisivos sempre falhávamos.
Luis Fabiano jogou muita bola em sua primeira passagem pelo São Paulo, um centroavante habilidoso e oportunista, com uma média incrível de gols, sendo sempre o destaque do São Paulo nos campeonatos. Todavia no período em que Luis Fabiano esteve no comado de ataque são paulino não conquistamos nenhum troféu, e parte da torcida, ansiosa por títulos importantes que não conquistávamos já fazia um bom tempo, equivocadamente elegeu ele e Rogério Ceni como bodes expiatórios daquela traumática derrota frente ao Once Caldas, quando fomos eliminados com um gol aos 45 do segundo tempo.
A partir desta eliminação, Luis Fabuloso injustamente ganhou a alcunha de Luis Pipoquero, e o mesmo saiu do São Paulo pelas portas do fundo e dando graças a deus. Passados 7 longos anos Luis Fabiano retorna ao tricolor paulista com status de ídolo, e nele é depositado uma perigosa esperança. Evidente que Luis Fabiano ajudará muito o São Paulo e que com ele ficamos mais fortes, contudo não podemos nos esquecer que nossos problemas vão muito além de quem veste a camisa 9.
Portanto é bom que todos aqueles imbecis que apoiaram ou estavam no tobagã naquele fatídico jogo pós Once Caldas, vestidos de amarelo e atrapalhando o time, tenham aprendido alguma coisa com aquele episódio e entendam que Luis Fabiano não joga sozinho, ele também depende de seus companheiros para marcar seus gols e conquistar nossas vitórias. Lembrando que ao mesmo tempo que existe um Rogério Ceni, um Rhodolfo e um Lucas para tornar isso mais fácil, existe também um Juan, um Marlos um Xandão e um Rodrigo Caio que pode colocar tudo a perder, assim como antigamente existia um Alexandre, um Gustavo Nery, um Jean e um Julio Santos.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Empate alucinante


Se classifiquei o empate contra o small club como algo depressivo, uma vez que ao ver o São Paulo desperdiçar uma grande oportunidade de assumir a liderança do campeonato, e instaurar de vez a crise no lado inimigo me deixou muito mal, o empate de ontem contra o Botafogo teve um significado totalmente oposto. Mesmo que a quantidade de pontos conquistados nas duas partidas tenham sido iguais, o 2x2 no Engenhão foi completamente alucinante, um jogo memorável, daqueles que recompensam todo o esforço que é se deslocar até um outro estado para acompanhar uma partida de futebol.
Tecnicamente o São Paulo esteve longe de fazer uma boa partida, principalmente no primeiro tempo, onde nenhum setor do time funcionou e fomos dominados pelo Botafogo, que soube explorar muito bem toda a nossa ineficiência. Mandando e ditando o ritmo do jogo, com extrema facilidade nosso adversário abriu um 2x0 no placar que parecia irreversível, pois eu não conseguia acreditar que o São Paulo seria capaz de marcar algum gol naquela tarde, não depois de ver a maneira como os dois times se portavam dentro de campo durante aqueles 45 minutos iniciais.
Veio o segundo tempo e o lance que para mim decidiu os rumos da partida. Após marcar os dois gols para o seu time, Loco Abreu que é disparado o jogador de linha mais esclarecido e com mais alma no futebol brasileiro ( sua nacionalidade uruguaia explica muito bem a razão disso ), perdeu um dos gols mais feito do ano, que caso fosse convertido fatalmente teria selado a vitória botafoguense, mas que ao ser desperdiçado tornou-se um dos fatores determinantes para a incrível reação são paulina.
A partir desse erro do atacante estrangeiro, o São Paulo aos poucos foi se acertando em campo e equlibrando uma partida que muitos já davam como perdida, inclusive eu, que inevitavelmente começava a pensar na dureza que seria voltar para casa com outro resultado negativo nas costas. Com as boas alterações feitas por Adilson fomos para cima, e após uma queimada de roupa do goleiro reserva dos caras, Henrique, o bostinha com pinta de fã do Fresno descontou para a gente incendiando de vez o time.
Na base da raça e da força da camisa fomos pressionando e acuando o Botafogo, que assim como sua torcida já sentia que as coisas não íam nada bem, e que o gol de empate tricolor era apenas uma questão de tempo. Contudo o tempo passava e nosso gol não saia, o que contribuia para aumentar a alucinação na arquibancada, que atingiu altos índices quando empatamos a partida aos 45 do segundo tempo, e que chegou ao extremo quando nos acréscimos por muito pouco não fizemos o gol da vitória.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Empate depressivo

Fizemos ontem no Morumbi contra nosso principal inimigo o jogo mais importante do ano. A expectativa e a ansiedade pelo embate contra a escória alvinegra era enorme, pois ao enfrentar um adversário enfraquecido, nossas chances de vitória eram consideráveis. No caso de um triunfo tricolor, além da incrível moral que ganharíamos para o restante do campeonato, trazendo em definitivo a torcida para junto do time, poderíamos abrir 4 pontos de vantagem em relação ao small club, empurrando-os para o abismo e agravando a crise pelos lados de Itaquera.
A oportunidade de derrotar a corja imunda sem estádio novamente foi desperdiçada, a vitória não veio e agora resta nos contentarmos com um depressivo empate por 0x0, contra um time que veio até a nossa casa apenas para se defender. Se para o time visitante o resultado foi satisfatório, para nós ele foi muito ruim, sobretudo devido as condições e o contexto em que se encontra nosso adversário, o que torna o placar final da partida ainda pior, não apenas em termos de pontuação, mas por tudo aquilo que significa um tropeço frente a esta instituição abjeta.
A verdade é que o São Paulo novamente não conseguiu jogar bem, e desta vez a sorte que nos acompanhou algumas vezes em outros jogos, ontem não deus as caras. Por mais que o domínio da partida fosse nosso, pouco incomodávamos e agredíamos nosso oponente, tanto que não consigo me lembrar de absolutamente nenhuma defesa do camisa 1 do outro time. Esbarrávamos em nossas próprias pernas e na pouquíssima movimentação de um time excessivamente estático e mal treinado, comandado por um sujeito que é uma verdadeira nulidade como técnico ( o que não significa que atribuo a Adilson todo o ônus do malogro são paulino)
Acredito que a minha decepção diante do empate, é oriunda de toda a expectativa que acabei criando em torno desta partida. Não sei se é por causa do asco que sinto por aquele clube, ou devido esse insano amor que nutro pelo São Paulo, mas ontem eu estava mais pilhado do que de costume para o clássico. A partir do momento em que dentro de campo as coisas não davam certo e o São Paulo apenas me frustrava, pouco a pouco toda a ansiedade e a esperança que tomavam conta de mim, foram dando lugar a uma amarga sensação de depressão.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É quarta-feira!

Levando em consideração apenas o elástico placar de 4x0, podemos ser induzidos a acreditar que a partida contra o Ceará foi tranquila, que o São Paulo jogou fácil e dominou a partida, não encontrando dificuldades para derrotar o adversário que veio até o Morumbi nos desafiar. Quem esteve no estádio sábado, sabe muito bem que o resultado final não condiz com o futebol praticado pelo São Paulo ao longo dos 90 minutos, e que a goleada foi estabelecida com uma certa dificuldade.
Até os 42 minutos do primeiro tempo o jogo estava bem complicado, o São Paulo completamente desnorteado em campo não conseguia fazer a bola chegar até o ataque, enquanto que o Ceará, bem postado, criava e desperdiçava uma chance atrás da outra. Quando a primeira etapa já estava chegando ao fim, e todo o estádio já se preparava para começar as vaias tão logo o intervalo começasse, eis que de cabeça Juan executou o milagre que possivelmente só voltará a acontecer quando o eixo da Terra novamente se alinhar ao eixo do Sol.
Ainda no primeiro tempo, dois minutos após o espantoso feito do nosso lateral esquerdo, nosso lateral direito ampliou o placar. Fomos para o intervalo com um inesperado 2x0, que não refletia em nada o que foram aqueles 45 minutos iniciais, visto a superioridade da equipe cearense, que se tivesse um centroavante um pouco menos orelhudo, fatalmente teria feito algum gol. A tranqüilidade originada do resultado favorável, nos proporcionou um segundo tempo tranquilo, administramos a vantagem e ainda fizemos mais dois gols, dando números finais a partida.
A partir do instante que me convenci que a vitória seria nossa (quando fizemos 3x0), passei a me concentrar no jogo de quarta-feira contra os pilantras da marginal sem número, e desde então não consigo pensar em outra coisa. Quarta-feira no Morumbi, temos uma guerra marcada contra nosso principal inimigo, contra o time que tem a maior quantidade de filhos da puta em seu quadro diretivo, contra o time que se alinhou ao que há de mais podre e sujo no futebol nacional, contra o time que baseia a maioria de suas ações visando nos prejudicar- portanto não aceitarei nenhum resultado que não seja nossa vitória.
Temos daqui a dois dias uma enorme oportunidade de jogar essa escória de vez no precipício, de tornar a crise deles ainda maior, de abrirmos 4 significativos pontos de vantagem em relação a estes malditos, de embalarmos de vez no campeonato, de alcançarmos a liderança e de mostrar porque que dentre os grandes somos os primeiros. É o jogo mais importante do ano e tempos que jogar junto com o time, empurrando-o para a vitória e transformando o Morumbi num inferno para quem não for dos nossos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Biblioteca Futebolística


Dando continuidade as postagens da série “Biblioteca Futebolística”, que não chegou antes ao seu segundo capítulo por pura preguiça da minha parte, pois sempre que é possível exerço meu sagrado e inalienável direito ao ócio, falarei hoje sobre um dos meus livros prediletos, não apenas entre aqueles que abordam o tema futebol, mas dentro da literatura de um modo geral.
O livro em questão é: “Febre de Bola”, do escritor inglês Nick Hornby, a grande obra-prima da literatura sobre futebol, pela qual nutro enorme apreço. Primeiro, pela qualidade do texto; segundo, pela enorme identificação com as idéias e os conceitos defendidos por Hornby sobre o que é futebol e principalmente, sobre o que significa ser um torcedor de futebol.
Escrito sob a forma de diário, Hornby um fanático torcedor do Arsenal, começa o livro descrevendo a maneira como o futebol entrou na sua vida e como através do tempo, ele foi importante para a sua socialização, até o ponto dele se transformar em uma verdadeira obsessão. O livro se desenvolve, com cada jogo servindo de pano de fundo para uma reflexão das conseqüências dessa obsessão nos relacionamentos do autor- não apenas com seu time, mas também com sua família, seu trabalho, seus amigos e suas namoradas.
Febre de Bola como diz o próprio autor: “... é uma tentativa de entender um pouco melhor a minha obsessão. Por que razão esse relacionamento, que começou como uma mera gamação de colegial, já dura quase um quarto de século, mais do que todos os relacionamentos que travei por vontade própria? [...] E por que essa afinidade consegue sobreviver aos meus periódicos sentimentos de indiferença, tristeza e ódio bastante reais? [...] Por fim, Febre de Bola fala do que é ser torcedor.”
Para Hornby, torcedor é aquele sujeito que acompanha as partidas do seu time no estádio. Veja o que ele diz sobre si próprio, quando em uma temporada ele não esteve presente em alguns jogos do Arsenal: “ O ano de 1971[...] ganhamos [...] a famosa Dobradinha. [...] não assisti a nada disso. [...] Perdi tudo. E como este livro é sobre os torcedores de futebol, e não sobre o futebol propriamente dito, o ano da Dobradinha- a melhor temporada do Arsenal no século- na verdade não tem muito lugar na minha história. [...] Claro, fiquei tão feliz [...] mas não contribuíra para o triunfo da Dobradinha [...] Os outros, aqueles que haviam conseguido ingressos para a final e ficado cinco horas na fila em Tottenham, tinham mais a dizer sobre a Dobradinha do que eu.”
Este é o livro que melhor consegue traduzir a essência do torcedor de futebol, pouco importando de que nacionalidade ele seja, pois torcedor é o mesmo em qualquer lugar do mundo. Torcedor é aquele que não mede esforços para estar sempre ao lado do seu time, que sabe que os 90 minutos de uma partida de futebol trazem muito mais sofrimento do que alegria, e que mesmo em condições adversas estará presente no estádio, simplesmente porque não consegue imaginar a possibilidade de não estar lá.
Leitura obrigatória para todos aqueles que têm o estádio de futebol como sua segunda casa, e que se desesperam com um cruzamento para fora, que se aborrecem com uma falha da zaga, que se revoltam com um gol perdido e que não se conformam com a iminência da derrota. Conforme diz Nick Hornby na introdução: “... este livro é para torcedores como nós, e para quem tiver curiosidade de saber como é a nossa vida. Embora os detalhes aqui perteçam exclusivamente a mim, espero que eles ressoem dentro de todos os que já se tenham surpreendido devaneando- no meio de um dia de trabalho, um filme ou uma conversa- sobre um voleio de canhota no canto superior direito ocorrido dez, quinze ou vinte anos atrás.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Derrota compreensível


Jogar contra o Grêmio no Rio Grande do Sul nunca poderá ser considerada uma tarefa fácil. Por mais que a fase dos gaúhos não seja das melhores, e que eles apareçam na parte inferior da tabela, enfrentar os caras no estádio Olímpico é sempre complicado. Isto não quer dizer que estamos obrigatoriamente fadados a derrota, mas devemos ter em mente que a possibilidade de sucesso são paulino por aquelas bandas é algo bem reduzido.
Ontem este grande clássico do futebol brasileiro ganhou mais um capítulo, e coube novamente ao tricolor paulista protagonizar o papel da equipe derrotada, aumentando nossa desvantagem histórica nos confrontos contra o Grêmio no Sul do país. Acompanhamos uma partida dura, de muita pegada e marcação pesada, resultando em um jogo truncado, onde nehuma equipe conseguia chegar com facilidade no gol adversário, pois a maioria das jogadas eram destruídas no meio de campo.
São Paulo e Grêmio fizeram aquele típico jogo onde a equipe que conseguisse marcar o primeiro gol, fatalmente conquistaria a vitória, uma vez que a prioridade dos dois times era anular as investidas do outro. Soma-se a isso o limitado poder de criação dos tricolores paulista e gaúcho, e temos as condições perfeitas para um jogo de quando no muito apenas um gol. No final das contas, o Grêmio por estar numa posição perigosa e jogando em casa diante da sua torcida, foi obrigado a ser mais ousado e sair para o ataque, vencendo o jogo pelo placar mínimo.
Um resultado normal, uma derrota compreensível, já que voltar de Porto Alegre com os três pontos é a exceção não a regra. Não devemos portanto encarar este resultado como uma fatalidade, pois ficar esta rodada sem somar pontos já era esperado. São os pontos perdidos de forma ridícula no Morumbi que poderão ser decisivos no final do campeonato, não estes que perdemos para o Grêmio no Olímpico, que eu desconfiava que não seriam trazidos para São Paulo.