quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Felicidade completa

Rogério Ceni, como um grande e verdadeiro torcedor são paulino que é, sabia que a sua felicidade, e a felicidade de todos os mais de 63 mil tricolores que lotaram o Morumbi ontem a tarde, só seria completa, caso no seu jogo de número mil vestindo a camisa do São Paulo uma vitória fosse conquistada. A tarde de celebração a mais um grandioso feito do nosso mítico goleiro, que começou com uma festa enorme comandada por nossa torcida, deveria obrigatoriamente atingir o seu clímax quando o juiz encerrasse a partida. Bem posicionado na tabela, mais uma vez o São Paulo teria a oportunidade de jogando em casa, alcançar a liderança do campeonato, portanto não poderíamos falhar novamente.
Vencer não seria uma tarefa nenhum pouco fácil, mesmo que o jogo fosse contra um adversário que habita a zona de rebaixamento, certamente o São Paulo encontraria algumas dificuldades para construir sua vitória. Para a surpresa de todos, com menos de um minuto de bola rolando Lucas abriu o placar para a gente, fazendo o estádio explodir ainda mais de alegria. Por um instante achei que o jogo transcorreria de maneira tranquila, pensei que o 1x0 no placar em conjunto com aquele clima, aquela atmosfera maravilhosa que cercava o estádio, seria determinante para fazer o São Paulo jogar bem e reencontrar o bom futebol.
Acabei me iludindo, não demorou muito tempo e o Atlético Mineiro empatou a partida. Após uma cobrança de falta a bola foi alçada na área, e outra vez nosso sistema defensivo falhou feio, com todos os nossos jogadores apenas olhando o zagueiro atleticano subir e com total liberdade cabecear a bola para o fundo do nosso gol. A partir deste gol o São Paulo parou, completamente desorganizado em campo não conseguimos articular nenhuma jogada, passamos o resto do primeiro dando toquinho de lado, o que irritou a torcida que com razão vaiou o time no intervalo.
Em termos técnicos o segundo tempo foi basicamente igual ao primeiro, o São Paulo continuou cometendo os mesmos erros e judiando da bola, contudo conseguimos fazer um gol e não sofrer nenhum. Pronto, a felicidade estava completa, em uma tarde gloriosa voltamos a vencer no Morumbi, conquistamos a liderança da competição e celebramos Rogério Ceni. A exaltação ao mito Rogério Ceni, deu-se não só pela conquista de mais uma marca impressionante, mas sim devido a sua existência e por tudo aquilo que ele representa e significa na história do glorioso São Paulo Futebol Clube. Algo que só pode ser compreendido e dimensionado por aqueles que vestem a mesma camisa que Rogério Ceni.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Contrariando os prognósticos

Nossas perspectivas na rodada não eram nada favoráveis, pois vinhamos de uma apresentação grotesca no meio da semana contra o Fluminense, e teríamos que ir até Florianópolis enfrentar a equipe do Figueirense com nada menos do que ONZE desfalques. Nenhum torcedor são paulino estava confiante em um triunfo, dadas as circunstâncias voltar para casa com uma vitória era improvável demais, um empate estaria de bom tamanho. Como a principal característica deste Campeonato Brasileiro é a imprevisibilidade, eis que conquistamos os três pontos.
Dentro de campo era nítido o porquê de toda a desconfiança da torcida. Nosso primeiro tempo foi tecnicamente horroroso, conseguimos chutar a primeira bola no gol por volta dos quarenta minutos, mas ela passou muito longe do alvo. Tudo fazia parecer que a primeira etapa terminaria empatada, já que nosso sistema defensivo conseguia conter as investidas catarinenses e não tinhamos absolutamente nenhum poder de fogo. Até que o improvável aconteceu: a partir de uma cobrança de falta a bola foi alçada na área e após uma pequena confusão ela parou no fundo da rede.
Era inacreditável ir para o segundo tempo em vantagem, sobretudo depois de passar quarenta e cinco minutos apenas destruindo as jogadas do adversário, contudo a justiça no placar logo se estabeleceu, com apenas cinco minutos o Figueirense empatou a partida. Não conseguia acreditar que o São Paulo tomaria novamente a frente no placar, pois não parecia que nosso gol iria se materializar mediante uma jogada articulada de maneira consciente, seria necessário outra jogada confusa e meio sem querer (como no primeiro gol) para retomar a frente na partida.
Contrariando todos os prognósticos, o gol que nos garantiu a vitória mais imprevisível do ano veio através de uma boa jogada tramada entre nosso meio de campo e ataque. Se a vitória de sábado por si só já estava ótima, após os resultados dos jogos de domingo ela se transformou em algo grandioso, uma vez que assumimos a vice-liderança da competição. Mais uma vez nos encontramos numa posição em que uma vitória no próximo jogo, que será realizado no Morumbi, poderá nos proporcionar o primeiro lugar na tabela, novamente o São Paulo tem a oportunidade de fazer sua torcida tentar voltar a acreditar no time. Espero que desta vez o prognóstico de uma vitória em casa finalmente se confirme.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Choque de realidade

Quatro dias atrás, quando o primeiro turno do Campeonato Brasileiro chegou ao fim pensei comigo mesmo: “Não jogamos bem a maioria das partidas, perdemos uma quantidade enorme de pontos atuando em casa, sofremos para escalar o time devido uma série de desfalques, nossos dirigentes são uns merdas, temos jogadores no elenco que não seriam titulares nem na Seleção Paraolímpica e mesmo assim conseguimos acabar o turno na terceira posição, apenas dois pontos atrás do líder- porra, estamos no lucro, vamos então deixar o pessimismo e as postagens virulentas de lado e voltar a acreditar no time.”
Ingenuamente me convenci de que a partir do segundo turno, quando o campeonato recomeçasse e mais 19 rodadas fossem disputadas, nosso time seria capaz de corrigir e reparar os erros e as falhas que tanto nos prejudicaram no primeiro turno. Baseado apenas em achismos e convicções infundadas, ignorando por completo questões fundamentais para se fazer uma análise mais séria, racional e convincente, acabei criando uma expectativa completamente descolada da realidade.
O contato imaginário com uma realidade idealizada que existia apenas na minha cabeça, me deixou todo empolgado para o embate contra o Fluminense. Eu realmente acreditava que começaríamos o segundo turno vencendo no Morumbi, que o São Paulo seria capaz de derrotar o tricolor carioca, que não deixaríamos mais pontos pelo caminho, que nossos jogadores fariam uma apresentação digna, que após 90 minutos de futebol sairíamos ilesos defensivamente e que dependendo das combinações de resultados alcançaríamos a liderança.
O choque de realidade foi enorme, com menos de 5 minutos de bola rolando já deu para perceber que tudo que eu imaginava não passava de meras fantasias, devaneios completamente sem sentido. Uma a uma, todas as minhas ilusões foram sendo destruídas pelo São Paulo, que nos presenteou com uma apresentação deplorável, falhando em todos os setores do campo, acumulando mais uma derrota no Morumbi, perdendo pontos preciosos e irrecuperáveis e caindo da terceira para a quinta colocação; exatamente como eu não imaginava.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

No lucro

Encerramos nossa participação no primeiro turno do Campeonato Brasileiro diante do Santos na Vila Belmiro. Infelizmente não pude estar presente no estádio domingo, pois mais uma vez os ingressos para o jogo contra os caiçaras não foram colocados à venda nas bilheterias do Morumbi. A diretoria são paulina novamente optou por repassar todas as entradas destinadas para nossa torcida aos torcedores organizados, que comercializaram estes ingressos apenas entre si, excluindo o torcedor comum e abolindo nosso direito de acompanhar o São Paulo no clássico.
Contrariado, fui obrigado a acompanhar a partida do sofá da minha casa, que por mais confortável que possa ser, ainda está longe de me deixar à vontade de modo semelhante quando estou presente na arquibancada de um estádio de futebol. Longe de onde eu deveria estar, assisti pela televisão um interessante embate entre São Paulo e Santos- um jogo bastante movimentado, de bom nível técnico, com os dois times buscando o ataque e criando várias oportunidades de gol.
O jogo terminou com o placar de 1x1, Lucas com um golaço abriu a contagem para o tricolor e Ganso com um belo chute igualou para os caras. Mesmo muitas horas depois do fim da partida, eu ainda não consigo chegar a um consenso se para nós o resultado foi bom ou ruim. Se analisarmos que a partida foi na casa do adversário, e que jogamos mais da metade dos 90 minutos com um jogador a menos, posso concluir que o empate foi bom; mas levando em consideração os dois gols que perdemos frente a frente com o goleiro quando o jogo estava 1x0 para nós, não consigo deixar de lamentar mais um empate.
Incertezas a parte, 1 ponto foi ganho e ele nos garantiu ao término do primeiro turno o terceiro lugar na tabela. Com 35 pontos conquistados, apenas 2 pontos atrás do primeiro colocado, considero que no final das contas o São Paulo saiu no lucro após estas 19 rodadas iniciais. O inconstante futebol apresentado ao longo do campeonato, o grande número de desfalques em várias rodadas, os muitos pontos idiotas perdidos dentro de casa e um elenco com deficiências crônicas em alguns setores, são fatores que poderiam muito bem ter detonado e comprometido todo o nosso desempenho no campeonato.
Incrivelmente o estrago não foi dos maiores, o que fatalmente teria feito muitos times agonizar na parte inferior da tabela, não nos distanciou da luta pela liderança. Estamos no encalço do líder, e agora temos todo o segundo turno para corrigir e reparar os erros e as falhas, que nos custaram pontos preciosos e por conseqüência o título simbólico do primeiro turno. Se por um lado é tempo do time buscar o seu aperfeiçoamento, é hora também da torcida renovar suas esperanças, deixando possíveis desconfianças de lado e apoiando o time, de preferência no estádio (isso quando a diretoria permitir).

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Classificação em 20 minutos

Um simples 1x0 era o suficiente para garantir nossa classificação à próxima fase da Copa Sul-Americana, o problema é que fazer o simples, ultimamente tornou-se uma tarefa bastante complicada para o São Paulo. Os recentes resultados desfavoráveis em casa, fruto de um futebol extremamente mal jogado e ineficiente, me deixava cético quanto as nossas chances de sucesso, não conseguia imaginar e me convencer de que o São Paulo fosse capaz de passar de um empate contra os cearenses no Morumbi. Isso mesmo, achava que ontem seríamos eliminados, o que não significava que deixaria de ir até o estádio cumprir minha obrigação como torcedor.
Diferente de domingo, quando o preço do ingresso para o jogo contra o verdinho da rua turiaçu sofreu um aumento significativo, o que em conjunto com outros fatores contribuiu para o pequeno público de 16 mil pagantes no clássico, ontem a diretoria fez uma promoção e baixou o valor dos ingressos. Mesmo assim considero que o público de 23 mil pagantes foi apenas razoável, o que demonstra muitas coisas, principalmente que esses jogos no ofensivo horário das 21:50 são inviáveis para muitos torcedores.
Sobre o jogo, digo que o primeiro tempo deixou claro que todo o meu receio sobre nossa classificação fazia sentido. Foram 45 minutos dignos de esquecimento, não jogamos rigorosamente nada, a prova disso é que o goleiro do Ceará foi um espectador privilegiado da partida, pois o São Paulo não conseguiu chutar uma bola sequer entre as três traves, todas as nossas finalizações foram para bem longe do gol. Metade do jogo chegava ao fim, e nada me levava a crer que nosso time seria capaz de alterar o placar, parecia que mais uma vez estávamos fadados a outro empate.
A segunda etapa que eu pensava que seria tecnicamente semelhante a primeira, foi completamente oposta. Vimos um São Paulo ligadão no jogo após o intervalo, pressionando e acuando o adversário por todos os lados do campo, o ritmo imposto pelo tricolor era tão alucinante que com apenas 20 minutos definimos nossa classificação com gols de Cícero, Lucas e Dagoberto respectivamente. Menos da metade do segundo tempo foi o suficiente para que o São Paulo voltasse a ser São Paulo, e o Ceará voltasse a ser Ceará.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Frustração absoluta

Ontem ao sair do Morumbi fiz uma promessa e espero conseguir cumpri-la. Prometi para mim mesmo, que não vou mais ficar somando o número de pontos perdidos pelo São Paulo jogando em casa. Farei isso com o intuito de tentar diminuir a frustração que toma conta de mim, após o final de cada jogo do São Paulo no Cícero Pompeu de Toledo. A frustração é praticamente garantida nas apresentações são paulinas, em especial nas jogadas na capital paulista, pois é certo que nosso time não conseguirá fazer uma partida digna, que veremos um bando de jogadores sem técnica judiando da bola e que fatalmente deixaremos de somar os três pontos que estão em jogo.
A frustração com o que ocorre dentro do Morumbi durante os noventa minutos já é absoluta, portanto não é necessário que eu fique me torturando analisando as consequências das nossas derrotas e dos nossos empates ridículos. Está mais do que na hora de eu começar a entender e principalmente, aceitar o óbvio: que este time do São Paulo da maneira como está configurado, definitivamente não tem condições de lutar pelo título do Campeonato Brasileiro, não após o desastroso aproveitamento de pontos no primeiro turno jogando como mandante, que segundo as contas que agora eu já não faço mais, destruiu todas as chances que tinhamos de hoje sermos líder do campeonato.
O empate de merda por 1x1 contra o decadente time de verde da Barra Funda, foi mais um momento de frustração para o torcedor são paulino que compareceu ao Morumbi. Seguindo basicamente o mesmo roteiro dos últimos insucessos em casa, não conseguimos fazer uma boa partida. Defesa falhando como sempre na bola aérea, volantes sendo facilmente driblados com um simples balançar de corpo, meio campo sem criatividade alguma e ataque não conseguindo colocar a defesa adversária em risco- resumindo, não tivemos a capacidade de somar três pontos contra um adversário que consegue ser pior do que nós.
A frustração estende-se também para outros campeonatos, quarta-feira tem jogo decisivo contra o Ceará pela Sul-Americana, um simples 1x0 nos garante a classificação. Pode parecer uma tarefa simples, uma vitória mínima contra um adversário inexpressivo, todavia prevejo mais um jogo difícil, com uma grande probabilidade da defesa do São Paulo falhar em uma bola alçada na área, e tomarmos mais um gol idiota, que no caso complicará nossa situação no confronto. Como já se tornou rotina o tricolor fracassar diante de sua torcida, espero que dessa vez que eu consiga estar melhor preparado para presenciar outro fracasso, pois quem sabe pensando dessa forma, eu evito que a frustração novamente tome conta de mim.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Incompetência em estado bruto

Faz tempo que o São Paulo não joga rigorosamente nada, já estamos habituados com atuações medonhas e pouco futebol, portanto não é surpresa para nenhum torcedor são paulino uma campanha repleta de resultados negativos e desfavoráveis, pois há tempos isso se tornou uma triste rotina. Mesmo ciente de que mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente eu irei me desapontar, confesso que não estava preparado para um desempenho tão ordinário do São Paulo, não como o visto no horroroso empate de ontem em 1x1 contra o América Mineiro, lanterna da competição.
Tentem lembrar dos nossos jogos contra Vasco, Atlético Goianiense, Ceará (Sul-Americana) e Atlético Paranaense. Foram uma merda, correto? Agora multipliquem o péssimo futebol praticado pelo tricolor nessas quatro partidas por dez, pronto, encontramos um valor que representa bem o baixíssimo nível técnico do São Paulo na partida em Minas Gerais. Nosso time se superou negativamente, jogamos por uma hora e meia contra a pior agremiação do campeonato e não criamos praticamente nada, nossas jogadas não tinham nenhuma objetividade e lucidez. Vimos nossa incompetência em estado bruto, com finalizações grosseiras, uma enormidade de passes para trás, padrão de jogo zero e jogadores se escondendo em campo.
Foram mais dois pontos irrecuperáveis jogados no lixo, que farão muita falta, na verdade já estão fazendo, pois caso eles tivessem sido conquistados ocuparíamos hoje a vice-liderança. A realidade é que a terceira posição que ocupamos na tabela está de bom tamanho, se uma reflexão for feita, veremos que nosso bom aproveitamento de pontos é desproporcional ao nosso fraco desempenho dentro das quatro linhas. Para encerrar a semana domingo tem Choque-Rei, dada a fase ridícula das duas equipes, acredito que depois de amanhã teremos um clássico esquecível no Morumbi. Resta saber qual torcida ao final do jogo, terá mais motivos para cantar a música: “ Vergonhaaaaa, vergonhaaaaa, vergonhaaaa, time sem vergonha.”

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Menos Dois Pontos

São Paulo 2 X Atlético Paranaense 2. A matemática futebolística diz que com o empate de ontem no Morumbi, o São Paulo conquistou um ponto, mas na minha matemática e nas contas de vários torcedores, a verdade é que o São Paulo deixou de ganhar dois pontos. Após o empate dos dois times que lideram o campeonato, muitos podem sugerir que no cômputo geral da rodada nosso empate não acabou sendo tão ruim assim, não concordo, para mim os pontos perdidos contra os paranaenses tornam-se ainda mais dolorosos depois dos tropeços dos líderes, pois caso tivéssemos vencido, hoje estaríamos dividindo a liderança com gambás e mulambos.
Sei que a vitória contra o Atlético Paranaense não era uma tarefa fácil, pois se com o elenco completo nosso time já não é grande coisa, com o que hoje temos a disposição a probabilidade de insucessos é bem grande. Vejam a enorme carência de jogadores qualificados no nosso plantel, em especial na zaga, um setor que dadas as contusões, as convocações das seleções sub qualquer coisa, as suspensões e as cagadas da diretoria, tem sido escalada nos últimos jogos com apenas um jogador originário da posição. Isso faz o São Paulo entrar em campo extremamente fragilizado defensivamente, sofendo verdadeiros bombardeios dos ataques adversários, sendo que a qualquer momento que uma bola for alçada na nossa área, a chance de presenciarmos a festa da torcida adversária é considerável.
Dentro deste contexto nada favorável e animador, parece ilógico, incoerente e contraditório demais esperar e exigir uma vitória são paulina, entretanto por mais frágil e deficitário que nosso elenco possa ser, era inadmissível sair outra vez do Morumbi sem a vitória e os três pontos. Era necessário fazer valer o mando de campo, começar a reverter esse baixo aproveitamento de pontos em casa e não contabilizar mais um resultado ruim dentro do nosso estádio, mas enquanto os atleticanos voltavam para sua cidade comemorando o pontinho proveniente do empate, saíamos novamente do Morumbi com aquela amarga sensação de que o São Paulo deixava de somar dois pontos.